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Atrair a Geração Y, um grande desafio das seguradoras

18, fevereiro, 2010

Esta é uma geração pertencente a uma faixa etária que nenhuma empresa especializada em produtos de consumo de massa pode ignorar. Os integrantes da Geração conhecida como Y, ou Geração Digital, nasceram entre os anos 80 e 90. São jovens com idade entre 20 e 30 anos e, de acordo com dados do IBGE/2008, constituem 18,2% da população, cerca de 35 milhões de pessoas. 

Cresceram em uma época de impensáveis avanços tecnológicos, em um dos períodos de maior prosperidade que a humanidade já viveu. Preocupados com o meio ambiente e causas sociais, essa nova geração tem um ponto de vista muito diferente das gerações anteriores.

O jovem típico da Geração Y cresceu fazendo várias coisas ao mesmo tempo. É exigente e impaciente. Adepto de primeira hora da internet, é um usuário que acompanha de perto tudo o que acontece na rede. Ele se informa, não pela imprensa escrita, jornais ou revistas, mas pela web, que usa também para fazer compras e movimentar conta em bancos.

Comunica-se sobretudo pelo Orkut, Twitter e outras redes sociais, como Facebook, a mais bem sucedida delas, com mais de 400 milhões de usuários no mundo inteiro. Pesquisa do Ibope, divulgada em outubro de 2009, mostrou que as redes sociais fazem parte da rotina de 72% das pessoas entre 18 e 24 anos, elas se comunicam mais com os amigos, familia e colegas pela internet do que pessoalmente.

É uma geração com urgência de viver, ávida de inovações, que vê na tecnologia uma grande aliada. Sendo assim, necessita uma atenção especial, diferenciada, para as suas especificidades como nova geração de consumidores.

Para  as seguradoras, os jovens da geração Y representam um grande filão e, ao mesmo tempo, um enorme desafio. Como no Brasil, ao contrário dos Estados Unidos (onde o mercado de seguros representa 8,7% do PIB) não há a cultura do seguro, o mercado de seguros é desconhecido da maior parte da população brasileira  (o setor representa apenas 3% do PIB, um dos menores percentuais entre os países emergentes), os jovens são um reflexo desta realidade.

Eles não compreendem completamente o que vem a ser um seguro. Tendem a vê-lo como uma obrigação, que consideram confusa, cara e desnecessária.  Muitos sequer sabem que existem outras opções de seguros - além do seguro de automóvel - e nem como podem se beneficiar das inúmeras modalidades oferecidas pelas seguradoras.

Este é, sem dúvida, um grande desafio para o setor de seguros, já de olho nesse segmento do mercado. As seguradoras precisam se adaptar, criar produtos diferenciados, inovar na sua abordagem, usando uma linguagem mais fácil de ser compreendida e criando mecanismos de simplificação dos processos de contratação de seguro e relacionamento com os segurados. Só assim vai atrair estes jovens: educando e ajudando a Geração Y a compreender o valor da proteção pessoal e patrimonial.

Abraços.

Valdemir Navarro

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Corretor pode usar celular para captar propostas de seguros populares

5, fevereiro, 2010

Já falei bastante aqui sobre a viabilização do microsseguro através da plataforma de vendas on.iBusiness, via Short Message Service (SMS). Agora, abordo um tema da maior relevância para o corretor/microcorretor: o uso da plataforma e do celular (SMS/Torpedo) para a venda do seguro popular ou massificado e os muitos benefícios desta operação.

Como ocorre a captação de seguros populares ou massificado através do corretor/microcorretor fora do seu ambiente de trabalho?

Imagine o seguinte cenário de negócio: o corretor frequenta uma entidade/comunidade religiosa do qual faz parte. De posse do catálogo de produtos de seguros, previamente enviado pela companhia seguradora, passa a ofertar os benefícios do seguro de acidentes pessoais aos frequentadores dessa entidade/comunidade.

Bem, como se dará a captação dos dados do proponente?

 

1.     Com lápis e papel na mão? Além de ser um meio lento, poderá ocorrer possíveis erros de digitação no sistema da companhia seguradora, inviabilizando a venda.

 

2.     Com o notebook? Essa possibilidade trará custos elevados à operação, além, de ser perigoso a utilização desse meio em ambientes públicos e da dependência de um sistema off-line.

 

3.     Com um sistema instalado no celular do corretor? A instalação em diversos tipos de celulares pode dificultar a utilização do sistema, devido aos diversos tipos de aparelhos e sistema operacional instalado nos mesmos, além, da dificuldade em operação devido aos minúsculos teclados; imagine você digitando todos os dados pessoais do propronente.

 

Os exemplos acima demonstram como pode ser oneroso a captação de seguros populares pelos meios conhecidos (formulário em papel, notebook, sistema mobile).

Vamos ver esse cenário de negócio na plataforma de vendas on.iBusiness:

O corretor/microcorretor de posse de seu celular, ou de um aparelho oferecido pela companhia seguradora, envia um mensagem de texto (SMS/Torpedo) simplesmente com o CPF do proponente e o código da campanha do produto e, a partir daí, a plaforma on.ibusiness inicia o processo de aceitação do seguro.

O CPF ajuda em muito a simplificar todo o processo de captação e aceitação, porque através dele é possível obter todos os dados necessários do cliente, como data de nascimento, filiação, endereço, etc. Tendo em mãos os dados, a central de atendimento entra em contato com o cliente, apenas valida as informações, obtem outras informações pertinentes como, por exemplo, dados para cobrança e efetiva a contratação do seguro. 

Como se vê, o processo de captação pelo corretor/microcorretor em ambientes que não sejam o seu escritório é extremamente simples, eficaz e oferece total segurança.

Outras possibilidades

Além de possibilitar a venda de seguros massificados, a utilização da plataforma on.ibusiness, via SMS/torpedo, facilita em muito a vida do corretor, porque dá a ele uma série de outras possibilidades. Ele pode, por exemplo, solicitar saldo de comissão, acompanhar subscrição, acompanhar sinistros e status de campanha de venda, entre outros.

 

Até!

Wladimir Chinchio

 

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Microsseguros, como viabilizar? - parte 3

13, janeiro, 2010

Em meu último post sobre como viabilizar a venda de microsseguros, eu detalhei alguns cenários de captação de seguros através da plataforma de vendas on.iBusiness, via Short Message Service (SMS). Após este post eu recebi alguns emails questionando como minimizar a fraude no momento da venda.

Neste post irei abordar um cenário com controle de qualidade habilitado, onde a confirmação da compra é efetuada por um atendente que entra em contato com o proponente para verificar e validar e confirmar a compra.

Cenário – Correio [Campanha Carona]:

¨ Parceiro: Operadora de Telefonica Celular

¨ Canal: Correio [Campanha Carona]

¨ Meio de Captação: SMS

¨ Produto configurado no on.iBusiness:

produtoprotecaopessoal1

¨ Campanha configurada no on.iBusiness:

campanhaprotecaopessoal

Um vez recebida a camapanha-carona o cliente pode contratar o seguro enviando um sms com o código do plano desejado, a partir deste momento o on.iBusiness recebe a mensagem, identifica o cliente atráves do número do celular e inicia o processo de emissão:

1. Identificação do Campanha e Cliente:

a. O código do plano identifica qual é a campanha de venda, produto, plano e canal que o cliente escolheu.

b. O número do celular identifica qual é o cliente.

2. Processo de Subscrição:

Verificação dos critérios de aceitação do seguro e geração dos controles técnicos.

3. Controle de Qualidade:

O on.iBusiness permite que seja configurado na campanha, a exigência ou não do controle de qualidade. Em campanhas em que o controle de qualidade ativado, após o processo de subscrição a solicitação de seguro do cliente entra em uma “fila” para que um atendente entre em contato com o cliente e valide a contratação que está sendo feita.

Fila de Controle de Qualidade - on.iBusiness:

controledequalidade

4. Emissão:

Após a aceitação e confirmação com o cliente, é efetuada a emissão do certificado.

5. Envio da confirmação e número do certificado:

Após a emissão é enviada ao cliente uma mensagem de confirmação com o número do certificado emitido.

6. Recorrencia de cobrança:

Apuração dos clientes com certificados ativos e envio da cobrança na fatura de energia.

Conclusão:

A captação do seguro via SMS com a habilitação do controle de qualidade é uma cenário viável para garantir a segurança da venda e operacionalizar ofertas de produtos de microsseguros através de modelos de parcerias com concessionárias públicas ou agentes de microsseguro.

Por enquanto é isso.

Até!

Wladimir Chinchio

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